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Dicas

Hoje o post é sobre uma questão que assombra as comprometidas sempre nessa época do ano. O que escolher para ele? Para isso, nada melhor do que chamar um representante do sexo masculino, para nos contar o que eles gostariam de ganhar. Vem conferir! A missão: Dicas de presentes legais para o Dia dos Namorados. Acho que sou um dos caras mais indicados do mundo pra falar disso, porque recapitulando, descobri que incrivelmente nunca ganhei nada legal nessa data, talvez por ter passado solteiro na maioria das vezes. Portanto, a lista do que eu gostaria de ganhar é grande. Se alguma ex-namorada estiver lendo isso, desculpe, querida ex, nada pessoal! O fato é que os namorados de vocês, ao contrário de mim, provavelmente vão se dar bem se vocês seguirem as dicas. Acho que o principal segredo para dar um presente legal é tentar pensar no presente não com a

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Homem mais velho é sempre mais interessante, porém difícil de entender. Não sei se é porque ainda não tenho a idade dele, mas às vezes me soa tão infantil essa perseguição exagerada. Relaxa, cara, o mundo não acaba amanhã. Existe uma distância de idade inquestionável. Nossa faixa etária está tão longe quanto nossos pensamentos, projetos e filosofia de vida. Jeito de pensar, de agir e até certas preferências. Como ele pode ser tão necessário e ao mesmo tempo tão diferente do que eu quero? É engraçado, fujo desses garotos contemporâneos impulsivos e inconsequentes, que desdenham da oportunidade de me conhecer melhor por medo deles próprios. São covardes e preferem o subterfúgio da autoafirmação, do que a liberdade dos beijos juvenis, da exposição da alma. Como são tolos. Tolice, aliás, é adjetivo masculino, independente da idade. Experiência é ilusão. Dias no calendário não significam vivência, alguns caras apenas existem. Um macho

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Click é aquela sensação de que alguma coisa se modificou dentro da gente. É uma interrogação que o corpo se faz, um arrepio sem procedência, um sorriso espontâneo provocado pelo timbre da voz. Click é um sinal interno de que o seu dia mudou de nome a partir de então. Nunca esperamos o click. Pode ser num olhar, numa conversa ao telefone, ou em um esbarrão no meio da festa. Naqueles segundos em que os corpos se encontram, mas não se enxergam, você já sente algo estranho, familiar. O click é um sentimento confuso, sem identidade, chega quando quer e entra no peito sem avisar. Certa vez, o click apareceu antes mesmo de conhecê-la pessoalmente. Só de ouvir falar nela, senti uma empatia genuína, um carinho instantâneo e, a partir dali, minhas reações extrapolaram qualquer normalidade aparente. Eu só provocava um assunto com nosso amigo em comum. Sem me dar

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Alguns conhecidos me disseram que nós dois somos contagiosos. Nós dois e esse nosso sentimento absurdo de tão terno. Nós dois e essa ternura absurda de tão grande, de tão quente, de tão espontânea, de tão ingênua. Me disseram que somos contagiosos porque levamos os outros a quererem uma ternura semelhante à nossa. E quem não quer?, eu me pergunto. Quem não quer ser um de nós, e deitar a cabeça sobre o peito do outro para dormir em paz? Quem não quer os nossos abraços de reencontro – que são os mesmos depois de poucas horas ou de uma semana inteira sem nos encontrarmos – sempre entusiasmados e apertados como um nó? Afinal, é isso que somos, um nó. Somos um só. E quem não quer ser um só, feito de dois?, pensei com meus botões. Se há alguém nesse mundo que prefira ser sozinho – e deve haver

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Eu sempre soube que no dia em que um cara batesse à minha porta com flores escondidas às suas costas, ele não seria o primeiro no mundo a ser romântico. Sempre soube que flores, bombons, chocolates, ursinhos de pelúcia e declarações de amor estão entre os ítens mais batidos e clichês da escola de relacionamentos. O grande trunfo de originalidade é ser sincero, e nunca – jamais – banalizar gestos demonstrativos de afeto. Porém, sempre achei lindo flagrar um marmanjo andando pelas ruas com um ramalhete em mãos. E a verdade é que fico tão encantada que nem me pergunto se a ação é espontânea – vou logo achando que carregar as rosas para lá e para cá já prova a sinceridade. E quando sou abençoada com um desses flagrantes, fico imaginando quem será a sortuda prestes a receber as flores, qual será sua reação, se há algum motivo especial

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DicasInspiração

Do que adianta nos arrumarmos e ficarmos lindas se tem um trapo andando do nosso lado? Claro, nós vamos amar vocês, namorados, não importa o que vocês usem. Entretanto, é legal ficar de olho em inspirações para que possamos ajudá-los na hora de comprar roupas ou até mesmo de escolher um presente pra ele. Confere aí! Sobreposições de peças, sapatos mais arrumadinhos, tênis menos esportivos, blazers e calças um pouco mais ajustadas já dão um up enorme no closet do querido. Evitem camisas e camisetas com “brasões”, números e estampas “engraçadas”. E aí? Ficou mais fácil de ajudar o bophe nas compras?

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Uma das queixas que mais ouço de amigas e meninas em geral sobre caras, é sobre como eles são babacas, sobre o quanto elas só atraem caras que não prestam, etc. Vamos começar derrubando o primeiro mito: É raro um cara ser babaca com absolutamente todas as mulheres, isso quase nunca acontece. O mais comum é que o mesmo cara trate meninas diferentes de maneiras diferentes. Ou seja, o príncipe de uma é o sapo de outra e isso tem uma explicação. Todas que estão lendo devem ter aquela amiga cuja vida amorosa é mega simplificada, sem dramas, ela simplesmente conhece caras legais, namora ou não com eles, mas de qualquer forma eles nunca tentam enrolar e a coisa toda nunca gera grande stress ou mágoa, simplesmente se encaminha naturalmente, sem trauma. Essa amiga privilegiada tem o dom especial de só atrair os caras certos, ou no mínimo, caras “não

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Quem disse que dor de cabeça é desculpinha, só podia ser um homem. Pensa que é fácil ter que pintar o cabelo, fazer as unhas, depilar os pelos de todos os lugares mais escondidos do corpo e ainda pensar no “look” do dia seguinte? É isso que uma mulher faz antes daquele encontro que você, homem, só coloca uma camisa e tá pronto. Que ódio. Que dor de cabeça! Se oferecer para rachar a conta passa a impressão de feminista demais. Se não se oferecer, folgada. Se vai pra cama no primeiro encontro, fácil. Se não vai, recatada demais. Se arruma a casa, é mulherzinha perfeccionista. Se não arruma, “não é pra casar”. Que dor de cabeça é ser mulher! Se ele liga demais, perdemos o interesse. Se liga de menos, é canalha. Custa muito mandar uma SMS com um tom perfeito entre o carinhoso e o irreverente? Se ele

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O amor é muito mais que palavras. Amar é um verbo, mas torná-lo real vai muito além de qualquer definição. Você não o pega, você não o segura. Amar não é se encher de pessoas vazias para se sentir completo. Não é gritar ao mundo seus sentimentos, muito menos se esconder neles. O amor não se mantém com promessas ou indiretas nas redes sociais. A gente encontra o amor naquele sorriso que escapou sem que pudéssemos perceber ao receber uma sms. Ele está no encontro de olhares perdidos. Na dança desengonçada em frente ao espelho. O amor está na loucura, na razão, nas noites de ciúme e naquele abraço quentinho. Ele está onde a gente não procura. Não dá pra calcular, nem medir, muito menos descrever. O amor se mostra sem nos pedir permissão. E de repente, ele não precisa das suas palavras porque cria forma por si só. Você

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Sábado à noite e eu em casa, tentando assimilar as porradas que levei da vida nos últimos dias. Não bastasse eu questionar minha profissão e todas as minhas atitudes nessa existência, meu relacionamento acabou da forma mais surpreendente possível. Como assim, não dá mais? Naquela hora senti o chão abrindo um buraco e enquanto eu caía, uma faca atravessava a minha garganta, vinda do estômago e passando pelo peito. O pior de tudo é que ainda me sinto em queda. Preparo um drink para me fazer companhia, enquanto assisto a um reality show de gordinhos tentando emagrecer que passa na TV à cabo. De repente o telefone toca. Deve ser a minha mãe perguntando se eu jantei, ou querendo saber onde vou almoçar amanhã. Não era. Aquele nome bem conhecido piscando no visor do celular foi como se eu tivesse engolido um tijolo. Pensei em não atender. Pensei em atender

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