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Refletindo

Existe uma regra estúpida nos relacionamentos: um dos dois sairá por cima depois do fim. Não há como definir um vencedor, pois sequer estamos falando de uma disputa. Mas muita gente encara uma relação a dois como tal. E para mim, quem age desta forma, já saiu derrotado. Geralmente quem decide pôr fim a uma relação tem motivos de sobra para sair numa boa. Ou não estava feliz com aquela pessoa, ou encontrou outro alguém. Certamente alguma razão lhe fez partir para outra, ou para outro. Mas há exceções. Por vezes a distância impede uma relação saudável e sempre há um que resiste melhor. Quem sucumbe à dor dos corpos separados pode querer terminar, mesmo no auge do sentimento. É preciso muita força para acabar um namoro, ou compromisso, gostando de alguém. Provavelmente exista algo muito maior para que a decisão seja tomada, seja a distância, um amor proibido, ou

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Refletindo

Tenho que admitir, coisa que não faço com muita frequência, que estive errada sobre você. Quando te conheci, achei que desistiria de mim numa briga qualquer. Num dia ensolarado ou noite chuvosa. Achei que abriria mão logo na primeira prova de resistência ou com a minha falta de paciência. Eu estive errada todo esse tempo porque me julguei boa demais para você. Quando tudo o que você fez foi me mostrar o contrário. Eu não quero viver uma mentira como das outras vezes, entende? Não quero que você seja como todos os outros a quem enganei. Não quero te dar o que eu não tenho, nem te fazer acreditar no que eu não sinto. Seria de uma covardia sem tamanho se eu te levasse até a minha casa e te embebedasse com meus vinhos, histórias, desafetos e carências. Seria muito aceitar o fardo de te tratar como nada logo após.

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Refletindo

Amor platônico é juvenil, não importa a idade. É uma vulnerabilidade constante, insegurança para qualquer passo em direção à pessoa desejada. É uma certeza de que tudo pode e vai dar errado no momento em que tentarmos quebrar essa fria distância entre os corpos. Amor platônico é amor só no nome. Sentimento indecifrável, mais parecido com encantamento e ilusão. Ocorre pela vontade de se apaixonar. É a idealização da paixão num biotipo específico, a necessidade de projetar em alguém o desejo por ser feliz. Amor platônico sonha ser correspondido e então desperta para uma realidade distante. Ele não me olha. Ela nem sabe meu nome. Sofremos com isso na escola, na adolescência, com o vizinho gato e o primo impossível. Mal conhecemos e já amamos. Amor na forma de falar, um amor totalmente condicional, que sobrevive apenas na fantasia da realidade. Platônico de Platão, que idealizava um amor sem cunho

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Refletindo

Quanto tempo demora até que o amor passe? A gente abre a roda, dá caminho, empurra, faz biquinho e nada faz com que ele siga em frente. O fim do amor é mais trágico que o final de qualquer relacionamento. Como encarar esse novo estranho que permaneceu tanto tempo nos capítulos da nossa vida? Como sentir o toque da mão e não estremecer? Como receber uma SMS e não sentir o estômago revirar? O fim do amor, além de triste, é sem graça. Aliás, cadê o seu sorriso? O fim do amor é fazer juras de que nunca mais voltará atrás. E diferente das outras vezes, não se contradizer. É separar as roupas, os objetos, os lugares preferidos e os amigos. É deitar sozinho sem ter em quem pensar e chorar em uma madrugada qualquer. Sentir o fim do amor é ter saudade. Ou não, salvo exceções. Vivenciar o fim

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Receitas

Desde que eu conheci a Cheesecake Factory nos Estados Unidos venho procurando a cheesecake perfeita pra substituir o buraco que a falta desse restaurante faz no meu coração (drama queen). Essa receita de cheesecake é super fácil de fazer e fica uma delícia. Vem conferir! Para a massa temos que triturar um pacote biscoito maizena. Pode ser com um martelo daqueles de bater bife sabe? hehehe Minha dica é deixar os biscoitos dentro do próprio saquinho e ir batendo por fora e deixar ele bem esmigalhadinho. Você também pode colocar em um triturador de comida, se você tiver. Ou no liquidificador mesmo – é só jogar todas as bolachas dentro e ligar o liquidificador… Se ficar trancado sacode ele um pouco que vai. Não tem problema ficar uns pedaços maiorzinhos. Depois, com as mãos junte 100g de manteiga (meia xícara) – ou o suficiente pra deixar uma textura de massa.

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Refletindo

A vida é feita de escolhas. O amor também. Podemos escolher entre a felicidade plena e linear, ou a vulnerabilidade da paixão. Mesmo quando temos a chance de optar pela serenidade de um sentimento maduro, concreto e estável, há quem prefira aquela dúvida de um olhar correspondido. Não tem jeito, algumas pessoas não se adaptam ao outono de uma relação duradoura. Preferem o fogo no vão da incerteza, o desafio constante da autoestima. Não é fácil escolher entre o calor que incendeia e o morno que aquece. É uma armadilha do destino, que instiga as nossas vontades urgentes. Uma paixão que desatina nos faz refletir sobre tudo que nos envolve. Somos tomados por um desejo de eternidade daquela sensação flutuante de êxtase. O problema é que a paixão nunca será eterna. O fogo que queima a pele é inebriante, porém efêmero, como todo ápice da vida. Nem sempre temos a

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AposteTendências

Aproveitem para usar as saias curtinhas no verão, porque ao que tudo indica, no inverno 2014 o comprimento será o Midi – nem longo nem curto. Nas passarelas de Dior, Calvin Klein, Mulberry, Balenciaga e diversas outras marcas a saia mais compridinha foi presença confirmada e frequente. Bem ladylike e feminino! Para balancear um pouco o recatado desse comprimento, pode-se investir em fendas, materiais pesados (tipo couro) ou leves e frescos com movimento. Já estou contando os dias para essa tendência chegar nas fast fashions. Acho um charme e super elegante! Em tempos de mulher fruta, nada melhor do que uma moda que esconda um pouquinho mais.

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Refletindo

A mentira é o vírus de uma relação. Invisível, ela chega silenciosa, sorrateira, se aloja na convivência e, quando percebemos, estamos infectados. Não há mais cura. Se a sinceridade é o alicerce para o amor, a mentira, é o veneno da rotina. Mentir é fácil. Difícil é suportar as consequências do gesto. Enganar o outro é trair a si mesmo. Mentira é fuga, delírio do óbvio, um lapso de ilusão. Devaneio da realidade, incerteza do passo. A mentira é a contramão da tranquilidade. Mentir não protege, afasta; não ajuda, confunde; não esconde, machuca. A mentira é a sombra do dia, a tentação da noite. Mentir revela mais do que gostaríamos. Uma mentira inocente pode abrigar, mas a sinceridade vai aquecer. Mentimos todos os dias. Dizemos que o cabelo dela está ótimo, que a sua comida está uma delícia, que o perfume dela nos faz cantar. Mentimos por um sorriso e

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Diversos

Por aqui mal começamos a falar das tendências para o verão 2014, mas no exterior já se fala em casaco pesado e peças quentinhas para o próximo inverno. Entretanto, é sempre bom ficar de olho nas próximas trends com antecedência, não é? E a grande aposta da vez é o rosa – em diversas tonalidades e tipos de peças. Como essa é a minha cor predileta, eu adorei a novidade! Acho lindo, super feminino e romântico. Vamos conferir o que as grandes grifes apresentaram nessa cor para o inverno? O rosa é uma cor que precisa de um cuidado extra para usar. Muitas meninas tem dúvidas de como compor looks com a tonalidade sem ficar parecendo a Barbie, infantil demais. Principalmente aquelas que já tem uma “carinha de baby” por nascença ou aquelas que já passaram dos 40 anos precisam de certa cautela para vestir pink – é uma cor

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Refletindo

Minha irmã mais nova (detesto essa expressão, pois me lembra o fato de que sou a irmã mais velha. Argh!) estava há dias me incomodando com um vestido que ela queria emprestado para um casamento. Tipo, há muitos dias mesmo. Saco. Mas como sou uma boa pessoa em constante busca pela minha evolução enquanto ser humano, ok, vambora, vou te emprestar um vestido. Só que eu sou uma traumatizada: Convivi, sob o mesmo teto, por muitos e muitos anos, com duas pequenas maníacas que me achavam o máximo (é o bônus de ser a mais velha…) e só queriam usar as minhas roupas. Mas elas gostavam tanto, mas tanto das peças do meu vestiário, que criavam técnicas de “saque” do guarda-roupa, desenvolveram a habilidade de caminhar com passos inaudíveis, aprenderam a restituir o vestido/calça/blusa ao mesmo local, praticamente como se sempre tivesse estado ali e nunca tivesse “passeado” com elas

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